domingo, 12 de fevereiro de 2012

poema 13


Por diante

dos meus olhos,

a razão

esvaice-me,

ininterrupta;







são lágrimas

que vêm

do fundo da alma,

um atentado

em forma abrupta;







deixa-me, então,

voar por ti

adentro,

e esconder-me

nessa tua imensa gruta,

que de tão escura

sobre mim...



me desfruta.

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