Sinto-me sempre
um fingidor
no silêncio que aguarda
a morte.
E o corpo que eu toco
não
é de ninguém,
é antes,
o último pedaço do mundo
que me
acolhe —
o peito erguido,
a mão esquecida...
E eis então
que
hei-de começar
a
retirada,
na eternidade
para além
da terra.
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