Quero amar-te.
Quero beber-te eternamente:
sorver-te os lábios roxos sobre a minha pressão —
mãos que caminham sorrateiramente...
em solidão.
Quero-te agora.
Quero-te a qualquer instante —
dizer-te num afago esvaído
quem me dera ter sido teu amante,
e no teu corpo ter vivido.
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