domingo, 12 de fevereiro de 2012

poema 15


Quero amar-te.

Quero beber-te eternamente:

sorver-te os lábios roxos sobre a minha pressão —

mãos que caminham sorrateiramente...



em solidão.







Quero-te agora.

Quero-te a qualquer instante —

dizer-te num afago esvaído

quem me dera ter sido teu amante,



e no teu corpo ter vivido.

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