Agarrei-me aos sonhos mais estridentes
e o mundo perdeu-se lá fora.
Molhei a espera no ouro do silêncio
e entrei-te pelos olhos mais descarados.
E fixo no tempo do último cigarro
fiquei preso ao sabor do teu corpo.
Abriste-me então o teu abrigo
e eu fui bebendo aos poucos sem pressa.
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