domingo, 12 de fevereiro de 2012

poema 18


Agarrei-me aos sonhos mais estridentes

e o mundo perdeu-se lá fora.





Molhei a espera no ouro do silêncio

e entrei-te pelos olhos mais descarados.





E fixo no tempo do último cigarro

fiquei preso ao sabor do teu corpo.





Abriste-me então o teu abrigo

e eu fui bebendo aos poucos sem pressa.

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