Dos
inventivos sonhos
nos
quais me afundo,
decrescem-me
as enraizadas ânsias
de
labirínticas necessidades,
e dos
aleatórios ensaios
que
deles desfruto,
crescem-me
as asas
das
sugestivas confluências
às
quais o corpo se entrega,
e nesses
sonhos
onde
exasperam metáforas de equívocos
que se
satisfazem,
resta
apenas
a
nostalgia de adormecer de novo
e
inventar-te outra vez.
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