Está cheio de palavras
este coração que ao silêncio se obriga.
E o sorriso que me deflagra
o rosto, que insiste em esconder tudo,
é feito de respostas que buscam repouso
e mais silêncio.
E arrefece-me a voz para quem
canto, para todas as falas...
E são fragéis as palavras que tenho
dentro do peito, aquelas
que se obrigam a calar.
E é tão simples
quando o sono me despe em colares de movimentos
e não de palavras.
Essa é a falha mais próxima
que em mim conheço e que
de
mim mereço...
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